Incontinência
urinária
A perda de urina atrapalha o convívio social
por causar constrangimentos, levando muitas vezes
ao isolamento e a depressão, além de
causar problemas clínicos, interrompe o sono
e predispõe a quedas durante a noite.
Esta
doença aumenta com a idade, apesar do envelhecimento
em si não ser causa de incontinência
urinária e é mais freqüente nas
mulheres que nos homens.
Na
mulher a principal alteração é
a diminuição da pressão de fechamento
da uretra pela atrofia vaginal especialmente na pós-menopausa;
nos homens, doenças da próstata ou seu
tratamento cirúrgico.
Algumas
vezes a incontinência urinária se apresenta
de forma súbita e está associada a doenças
agudas que ao serem tratadas, o problema desaparece.
Estas doenças são a infecção
urinária, alterações da uretra
e vaginas às vezes por diminuição
dos hormônios na menopausa, restrição
do uso do banheiro devido a fraturas ou doenças
ortopédicas e cardíacas, beber muito
liquido a noite, prisão de ventre com bolo
fecal endurecido, fazendo pressão sobre a uretra,
medicamentos anticolinergicos, diuréticos,
antidepressivos, remédios para o coração
e para a pressão arterial, diabetes mellitus.
A
perda urinaria que não se relaciona com doença
aguda, mais comum em ambos o sexo é a incontinência
por urgência, que é o desejo súbito
de urinar seguida de uma grande perda de urina, mais
de 100 ml.
Outro
tipo de incontinência muito comum na mulher
idosa é a incontinência de esforço
que esta associada ao fato de ter filhos e ao enfraquecimento
da musculatura pélvica, com queda da bexiga.
Há perda de pequena quantidade de urina a esforços
como tosse e movimentos do corpo. Há outros
tipos de incontinência urinaria menos comuns
no idoso e também pode haver uma associação
de causas para a perda de urina.
Atualmente
existem vários tipos de tratamento para a perda
involuntária de urina que visam melhorar a
qualidade de vida evitando tanto os problemas psicológicos,
como social e higiênico, diminuindo infecções
na região genital e escaras.
Estes
tratamentos podem envolver desde exercícios
para os músculos do assoalho da pelve, treinamento
da bexiga e de hábitos de urinar, passando
por tratamentos com remédios até cirurgias,
de acordo com o tipo de incontinência diagnosticado.

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