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Na mídia: SBGG emite nota de esclarecimento referente à reportagem publicada no jornal O GLOBO31/10/2014

Na mídia: SBGG emite nota de esclarecimento referente à reportagem publicada no jornal O GLOBO

Retorno positivo: Após contato, o jornal O GLOBO já se prontificou a adequar o trecho na versão online da matéria

Em decorrência da reportagem emitida pelo jornal O Globo – na versão impressa - “Questão de ordem – Lei dos Restaurantes”, de 31 de outubro, na qual a Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG) foi representada pela presidente do Departamento de Gerontologia, Maria Angélica Sanchez, a entidade emite esta nota de esclarecimento:

Ao abordar na referida matéria as perspectivas referentes aos idosos, previstas ao estado do Rio de Janeiro, por meio da Lei Estadual, ​ nº6.878/14, de 04/09/2014, "​que prevê aos shoppings centers e restaurantes, estabelecidos no Estado do Rio de Janeiro, mantidos pela iniciativa pública ou privada, deverão destinar, no mínimo, cinco por cento de seus lugares para uso preferencial de pessoas com deficiência, idosos e gestantes”, houve um equívoco na maneira com que foi colocado o posicionamento da SBGG em relação à normativa.

No trecho “Mas, e os idosos, o que dizem? Maria Angélica Santos Sanchez, presidente do Departamento de Gerontologia da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia, acha válida qualquer lei que facilite a vida do idoso.

— Mas nossa preocupação é com a aplicação da lei. Hoje um idoso de 60 anos é um jovem. Não adianta impor uma lei sem se adequar à realidade — argumenta Maria Angélica. A realidade é um ponto de interrogação.”

Na verdade o que a presidente da Gerontologia trouxe à reflexão ao ser entrevistada foi o fato de hoje os idosos de 60 anos, em sua maioria, são ativos e, também, tem vida social, entre outras atividades, e era preciso refletir sobre os meios aos quais se faria aplicável esta normativa, pois precisaria ser coerente à realidade do país em seu todo, no qual o envelhecimento é ativo e crescente. Na reportagem, acabou por generalizar o contexto de “jovem” ao referir-se à “idoso” na frase “idoso de 60 é um jovem”, o que deu margem à distorção na essência do posicionamento. No caso do RJ, por exemplo, a presidente da o exemplo do caso de Copacabana, região conhecida por sua grande concentração de idosos, que será um local que deverá enfrentar esta adaptação.

Assim, a melhor forma de transmitir a mensagem emitida por Maria Angélica seria esta:

Mas nossa preocupação é com a aplicação da lei. Hoje, em sua maioria, os idosos de 60 anos são ativos e, portanto, exerce a vida social com grande frequência. É preciso avaliar a forma que será implantada a lei na prática, adequada à esta realidade — argumenta Maria Angélica. 

Retorno positivo>> Após contato, o jornal O GLOBO já se prontificou a adequar o trecho na versão online da matéria.  

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